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Carta Branca a Lygia Fagundes Telles

Carta Branca a Lygia Fagundes Telles abre a programação de 2020 da Cinemateca Brasileira com 14 títulos selecionados pela principal escritora da literatura brasileira moderna.

Cidadão Kane, Casablanca, Deus e o diabo na terra do sol e O bandido da luz vermelha são uma das atrações.

 

A mostra é uma colaboração entre Pandora Filmes, da Embaixada da França e de Lúcia Telles, conta também com exibições em 35mm de Acossado de Jean-Luc Godard, O Leopardo de Luchino Visconti na área externa.

 

Carta Branca a Lygia Fagundes Telles

Quando: de 13 à 23.02
Quanto: Grátis com retirada de ingresso com 1h de antecedência
Onde: Cinemateca Brasileira
Site: Carta Branca a Lygia Fagundes Telles

 

_Programação_

 

Quinta – 13/02
Sala BNDES
19h – Cantando na chuva
21h – Cidadão Kane

 

Sexta – 14/02
Sala BNDES
19h – Casablanca
21h – Deus e o Diabo na terra do Sol

 

Sábado – 15/02
Sala BNDES
17h – O Atalante
19h – O bandido da Luz Vermelha
– Tela externa
21h – Acossado

 

Domingo – 16/02
Sala BNDES
16h – Apocalipse now
19h – O poderoso chefão

 

Quinta – 20/02
Sala BNDES
19h – … E o vento levou

 

Sexta – 21/02
Sala BNDES
19h – O Atalante
21h – Jules e Jim – Uma mulher para dois

 

Sábado – 22/02
Sala BNDES
18h – Ganga Bruta
20h – Morte em Veneza

 

Domingo – 23/02
Sala BNDES
16h – O poderoso chefão
Tela externa
19h – O leopardo

 

_Sinopse_

 

ACOSSADO
Direção: Jean-Luc Godard, 1959, 87min, 14 anos

Após roubar um carro, um bandido ruma para Paris e, durante a fuga, acaba matando um policial. Na cidade, encontra uma jovem americana por quem se apaixona. Primeiro longa-metragem de Jean-Luc Godard, com roteiro de François Truffaut.

 

APOCALYPSE NOW
Direção: Francis Ford Coppola, 1979, 148min, 16 anos

Durante a Guerra do Vietnã, um capitão do exército americano é incumbido de assassinar um compatriota – um coronel supostamente louco, que lidera suas tropas numa guerra particular nas selvas do Camboja. Navegando rio acima, à caça do santuário onde vive o coronel, o capitão e sua equipe testemunham toda a insanidade da guerra no Sudeste Asiático. Inspirado no romance Coração das trevas, de Joseph Conrad. Vencedor do Oscar de Melhor Fotografia e Som, em 1980.

 

O ATALANTE
Direção: Jean Vigo, 1934, 89min, 14 anos

A jovem Juliette casa-se com Jean, um marinheiro, e vai morar no barco do marido, junto com outro tripulante, o velho Jules. Pouco depois, entediada com a vida a bordo do navio, Juliette desembarca em Paris para ver a vida noturna. Com o sumiço da amada, Jean cai em depressão. Irritado, Jean zarpa, abandonando Juliette, mas, angustiado pela culpa e pela saudade, cai em depressão, e um dos tripulantes volta à cidade para tentar achar Juliette.

 

O BANDIDO DA LUZ VERMELHA
Direção: Rogério Sganzerla, 1968, 92min, 14 anos

Marginal paulista coloca a população em polvorosa e desafia a polícia ao cometer seus crimes desconcertantes. Numa de suas incursões, conhece a provocante Janete Jane, famosa em toda a Boca do Lixo, por quem se apaixona. Clássico do cinema moderno brasileiro que toma como ponto de partida um caso policial de grande repercussão à época de sua realização.

 

CANTANDO NA CHUVA
Direção: Stanley Donen e Gene Kelly, 1952, 118min, livre

Dois astros do cinema silencioso são surpreendidos pela chegada de uma novidade em Hollywood – o filme sonoro – que logo se torna moda nos estúdios e entre o público. Decididos a produzir uma fita do gênero, eles tentam superar as dificuldades do novo método. Um dos mais consagrados musicais da história do cinema.

 

CASABLANCA
Direção: Michael Curtiz, 1942, 103min, 12 anos

Durante a Segunda Guerra, Rick e Ilsa vivem um intenso romance em Paris. Em meio à invasão nazista, o casal decide fugir, mas, na estação de trem, Rick recebe um bilhete de Ilsa dizendo que ela ficará em Paris. Ele parte para Casablanca, no Marrocos, país dominado pelos franceses, e torna-se dono de um bar. Anos depois, o casal reencontra-se quando Ilsa vai a Casablanca ao lado do novo marido, membro da guerrilha contra as forças colaboracionistas. Oscar de Melhor filme, direção e roteiro, em 1944.

CIDADÃO KANE
Direção: Orson Welles, 1941, 119min, 14 anos

Figura mítica da imprensa norte-americana, o multimilionário Charles Foster Kane morre sozinho na sua extravagante mansão e dá um último sussurro: “rosebud”. Na tentativa de descobrir o significado da palavra, um repórter procura pessoas que conviveram e trabalharam com Kane. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst, Cidadão Kane é um dos mais importantes filmes da história do cinema.

 

DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL
Direção: Glauber Rocha, 1964, 110min, 14 anos

Castigado pela seca e pela exploração, o camponês Manuel sangra o latifundiário que o oprime. Ao lado da mulher, Rosa, foge pelo sertão até encontrar um líder messiânico. O casal torna-se seu discípulo, porém, tempos depois, Rosa se revolta e mata o religioso. Eles rumam pelo sertão e encontram Corisco, um cangaceiro que está sendo perseguido pelo matador de aluguel Antônio das Mortes. Obra-prima do cinema na qual se misturam influências do cinema realista, do faroeste norte-americano, da literatura de cordel e da dramaturgia do teatro simbolista. Música de Sérgio Ricardo, feita a partir do trovadorismo sertanejo e da poesia popular. Letreiros da artista plástica Lygia Pape.

 

E O VENTO LEVOU
Direção: Victor Fleming, 1939, 223min, livre

Durante a Guerra Civil Americana, um cínico aventureiro e uma jovem, cuja família foi duramente abalada pelo conflito, envolvem-se numa relação de amor e ódio. Um dos mais famosos melodramas da história do cinema, E o vento levou foi premiado com 10 Oscars, incluindo o de melhor filme, direção e melhor atriz para Vivien Leigh.

 

GANGA BRUTA
Direção: Humberto Mauro, 1933, 82min, 14 anos

Ao descobrir que sua esposa não é virgem, um engenheiro mata a esposa na noite de núpcias. O escândalo repercute nos jornais, mas ele é absolvido pela justiça e acaba retirando-se da cidade. Para esquecer a tragédia, empenha-se na construção de uma fábrica no interior. Nesse ambiente de trabalho intenso, tem sua rotina é abalada pelo amor de sua irmã de criação.

 

JULES E JIM – UMA MULHER PARA DOIS
Direção: François Truffaut, 1964, 105min, 14 anos

Dois jovens, um alemão e um francês, tornam-se grandes amigos ao se conhecerem em Paris, em plena Belle Époque. Passam a viver em plena comunhão, partilhando de todas as suas experiências, intelectuais e sentimentais. Depois de uma viagem a uma ilha próxima à Grécia, conhecem uma bela mulher e logo dão início a um triângulo amoroso. Quando um dos amigos, apaixonado, casa-se com a jovem, altera-se a amizade entre os três. Marco na carreira da atriz Jeanne Moreau e ponto alto da filmografia de Truffaut.

 

O LEOPARDO
Direção: Luchino Visconti, 1963, 185min, 14 anos

Aristocrata italiano testemunha a lenta decadência de sua classe em meio às transformações sociais decorrentes da unificação do país e da ascensão da burguesia. Em meio a esse cenário dramático, ele preserva a integridade dos antigos valores. Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1963. Adaptação do romance de Giuseppe di Lampedusa.

 

MORTE EM VENEZA
Direção: Luchino Visconti, 1971, 130min, 14 anos

Depois de passar por uma forte crise emocional e artística, um compositor austríaco viaja para Veneza em busca de repouso. Porém, na cidade italiana, ele desenvolve uma obsessão doentia por um adolescente que guarda em si os ideais de beleza que sempre cultivou. Enquanto o músico se perde na contemplação do sublime, Veneza apodrece sob o impacto de uma praga de cólera. Adaptação da novela homônima de Thomas Mann.

 

O PODEROSO CHEFÃO

Direção: Francis Ford Coppola, 1972, 171min, 14 anos
Em meados da década de 1940, chefe de uma família de mafiosos italianos em Nova York recusa-se a entrar no comércio de narcóticos. Negando-se a colaborar com a entrada do produto na cidade, passa a ser alvo de constantes atentados. Porém, em meio à sangrenta disputa entre as quadrilhas, o velho gângster contará com o apoio do filho, herói de guerra recém-chegado da Europa. Primeira parte da saga de Francis Ford Coppola sobre a máfia italiana na América. Oscar de Melhor Filme em 1972.

 


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